segunda-feira, 29 de julho de 2013

Sondas alienígenas poderiam estar em nosso sistema solar



Matemáticos escoceses afirmam que naves espaciais com capacidades de ''auto-replicação'' poderiam ter sido enviadas por civilizações do cosmos da nossa vizinhança galáctica. Um estudo da Universidade de Edimburgo adverte que estas sondagens são provavelmente tão avançadas tecnologicamente falando, que  seriam indetectáveis por nossa primitiva tecnologia.




Enquanto a sonda Voyager atingiu a borda de nosso sistema solar, poderia uma tecnologia mais avançada e mais antiga de uma civilização de outro sistema solar ter realizado essa façanha há muitos anos antes, há muito tempo que poderia já ter chegado ao nosso lugar no universo.




A pesquisa publicada na revista internacional de astrobiologia, analisa  como uma frota destas sondas podem viajar através do espaço e tempo.




Os matemáticos Duncan Forgan e Arwen Nicholson  acreditam que sondas enviadas por raças alienígenas gerariam um efeito chamado de ''Estilingue'', realizando manobras em torno das estrelas que visitam com o objetivo de promover é extrair energia do movimento destas em relação ao centro galáctico, permitindo-lhes aumentar a velocidade e cobrir grandes distâncias rapidamente.




A sonda Voyager usou técnicas similares sobre os planetas do sistema solar. Mas fazer a manobra em uma  maior gravidade como a de uma estrela, geraria um impulso muito maior.




Os pesquisadores também supõem que estas sondas alienígenas se auto-replicariam novas versões de si mesmas, através de poeira e gás por viajar grandes distâncias.




Modelos computacionais de trabalho demonstram essa possibilidade como sendo estreita, mas não explica por que as sondas não vieram em contato com a nossa espécie. Os cientistas dizem: ''pode-se concluir que esta frota de sondas de auto-replicação têm a capacidade de explorar toda a galáxia em um tempo relativamente curto... menos do que a idade da terra''.




Eles ainda alegam que estas sondas teria sido programadas para não chegar todas ao mesmo tempo, assim sua presença passou despercebida e não aparente um hostil ataque de uma civilização alienígena.




Forgan não exclui que estes dispositivos podem usar algum tipo de camuflagem para testar a inteligência de nossa civilização. "Somente quando formos capazes de detectá-los, a civilização que os enviaram iria tentar se comunicar", e acrescentou: "Além disso, a improbabilidade e muito grande que estas sondas falhassem ou não cumprissem seu objetivo, desde qualquer civilização do universo que tem a capacidade para uma varredura em grande escala, teriam muito habilidosos engenheiros em seu campo".




Em um estudo de 2011, Jacob Haqq-Misra, do Rock Ethics Institute, escreveu sobre a noção de artefatos alienígenas presentes em nosso sistema solar sem que nossa civilização tenha percebido e explicou que esta grande falta de conhecimento se dá ao simples fato que não demos atenção suficiente aos estranhos fenômenos.

quarta-feira, 17 de julho de 2013

Calendário lunar mais antigo do mundo



Durante suas escavações no terreno do Castelo de Crathes, arqueólogos britânicos encontraram o que acreditam ser considerado o mais antigo calendário lunar do mundo, em um campo de Aberdeenshire, na Escócia.




Uma equipe liderada pela Universidade de Birmingham, na Inglaterra, sugere que o antigo monumento foi criado por uma comunidades de caçadores-coletores há 10.000 anos atrás.




Escavações realizadas em um campo conhecido como Warren Field, começaram em 2004, e desde então os especialistas que analisaram o concluíram que este era apoiado em postes de madeira.




Estima-se que este calendário Mesolítico é milhares de anos mais velho do que outros sistemas de mediçao de tempo descoberto na Mesopotâmia. A disposição dos furos também se alinha com o solstício de inverno. Acredita-se que ele fornecia a essas comunidades com um sistema anual de "correção astronômica", a fim de melhor estimar a passagem do tempo é a mudança das estações.




Vince Gaffney, professor de arqueologia da Universidade de Birmingham, liderou a análise do projeto. Ele disse que a evidência "sugere que as sociedades de caçadores-coletores, na Escócia, tinha tanto a necessidade é a sofisticação de seguir o tempo ao longo dos anos, a fim de corrigir as alterações sazonais do ano lunar, e isso aconteceu quase 5000 anos antes dos calendários conhecidos no Oriente".




O Dr. Richard Bates, da Universidade de St. Andrews, que também participou do projeto, disse que a descoberta mostra " uma nova prova emocionante" do início Mesolítico da Escócia. "Este é um dos primeiros exemplos de tal estrutura e não há lugar comparável no Reino Unido ou na Europa do que foi construído há milhares de anos em Warren  Field", acrescentou Bates.




Warren Field foi descoberto através de uma série de marcas identificadas a partir do ar pela Comissão Real dos Monumentos antigos e históricos da Escócia (RCAHMS). Dave Cowley, gerente de projeto dos levantamentos aéreos RCAHMS, explicou: "Temos tirado fotografias da paisagem escocesa há 40 anos, registrando milhares de sítios arqueológicos que nunca foram detectados a partir de terra."




Por sua vez, o arqueólogo da National Trust for Scotland, Shannon Fraser, disse: "Este monumento notável é único no Reino Unido. Nossas escavações revelaram um fascinante olhar para uma cultura de 10.000 anos atrás, e esta última descoberta enriquece nossa compreensão de sua relação com o tempo e os céus."

sexta-feira, 5 de julho de 2013

Monstro marinho encontrado na Nova Zelândia



Um turista gravau imagens que mostram o corpo do que parece ser um animal estranho em uma praia da Nova Zelândia. O vídeo mostra a carcaça do animal em decomposição, deitado e semi-enterrado na areia. Como pode ser visto, parece medir aproximadamente de 9 metros de comprimento.




Em sua mandíbula pode se ver uma fileira de dentes afiados, que lhe dão uma aparência pré-histórica.




Elizabeth Ann, a mulher que colocou o vídeo no YouTube, fez um comentário a respeito:

"Esta criatura marinha estranha foi encontrada morta em Pukehina, na Baía de Plenty, na semana passada, ela apareceu depois de algumas tempestades violentas (...) Alguém pode me ajudar a identificar o que séria? Ele tem uma grande cabeça com dentes e barbatanas. Parece ter mais de 9 metros de comprimento, a parte inferior do corpo parece que foi destruída em um ataque ", escreveu ela.




As teorias de outros usuários do YouTube notaram que a criatura poderia ser um crocodilo de água salgada a uma moréia gigante. Mas muitos estão concordando com a hipótese de ser um Kronossaurus, que viveu nos tempos pré-históricos.


No entanto, o biólogo marinho Anton van Helden acredita que a carcaça corresponde aos restos de uma orca. "Orcas habitam a partir das regiões polares até o Equador, são predadores que caçam em grupos e são comparadas com as alcateias de lobos". Acrescentou.
Ainda não se sabe ao certo a que espécie marinha corresponde a esse suposto "monstro", o mais lógico seria acreditar ser algum animal conhecido nos dias de hoje, como de fato, muitas aparições de supostos "monstros" revelaram ser animais que convivemos nos dias de hoje. Vejam o vídeo e tirem suas próprias conclusões:



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