domingo, 18 de agosto de 2013

Evidências irrefutáveis de vida em Marte - Parte I



E se nos próximos dias o robô Curiosity encontrasse evidências de vida em Marte? É o que muitos estão se perguntando e muito esperam acontecer com a missão Curiosity, que está atualmente a tomar amostras do solo marciano para tentar descartar a teoria de que estamos sozinhos no universo.




Recentemente, os analistas das fotos da agência espacial tem notado algo ''estranho'' em uma das fotos tiradas pela máquina americana. A primeira vista, parece uma espécie de roedor no meio das rochas.




Muitos afirmam que é apenas isso: uma pedra. A confusão seria gerada por uma ilusão de ótica chamada de "pareidolia", que é um fenômeno psicológico em que podemos perceber um rosto ou uma figura humana ou animal nos lugares mais insuspeitos.



Mesmo assim, o rato marciano tem gerado muita polêmica entre os pesquisadores é o público em geral, e não é de se negar a assustadora aparência com o tão simpático roedor terrestre.



   
A verdade é que, enquanto o Curiosity continua percorrendo o solo marciano, fazendo novas descobertas e  algumas fortes evidências da existência de vida naquele não tão inóspito planeta. Enquanto isso vários crentes na existência de vida fora da Terra estão a rever as suas imagens. Veremos a seguir uma série de  "anomalias" presentes em solo marciano que fazem com que muitos de fato acreditem que a verdade pode estar lá fora.




Cydonia é o nome de uma região de Marte que, por várias décadas, tem atraído todos os tipos de teorias sobre edifícios e civilizações em Marte, além de possuir inúmeras anomalias, é o lugar onde foi fotografada a mais famosa foto enigmática do planeta vermelho: O rosto de Marte.


 

Parece estranho que muitas pessoas têm tentado verificar essas imagens pela NASA. Quando as primeiras imagens do suposto rosto em Marte, em 1976 a famosa 35A72 tirada pela sonda Viking 1, o cientista-chefe da sonda Viking da NASA, Gerry Soffen , descreveu ''o rosto", como uma ilusão de ótica, um truque de luz e sombra. Claro que, como muitos outros cientistas, ele achou improvável que qualquer civilização inteligente em Marte teria sido capaz de criar esta colossal estrutura em formato de rosto e o fazer olhar para o céu.




A intenção por parte da NASA em fazer as pessoas acreditarem que as primeiras imagens enigmáticas de Marte que receberam da sonda Viking eram apenas uma ilusão ótica, parecem ter tido efeito, e parece que a magia da região de Cydonia perdeu a popularidade. É um encobrimento da NASA? Qualquer coisa é possível.




As últimas imagens tiradas em 2001 do famoso rosto em Marte já com as novas resoluções, mostram uma montanha sem muito mistério. Mas seria este o famoso rosto em Marte? ou apenas outra montanha marciana que nem pertence à região de Cydonia? Para o meu ponto de vista eu acho que as imagens foram manipuladas com a intenção de fazer o público desacreditar no caso da face de Marte.




E não há nenhuma maneira de descobrir os segredos que a NASA tanto esconde, visto que somente eles podem transmitir as imagens que são captadas em Marte, depois de analisar cuidadosamente e, muitas vezes dar um rele ''retoque'' como tem sido visto em muitas das imagens tornadas públicas pela agência espacial.




As fotos que nos mostram o tempo todo, são aquelas que eles querem que a humanidade veja. Grandes astrônomos como o americano Percival Lowell, disse que o canais devem ter sido construídos por seres inteligentes em Marte. Estas palavras do renomado astrônomo fez surgir um grande número de livros e filmes posteriores sobre civilizações em Marte, então a NASA pode se manifestar evitando causar esse tipo de teorias que podem parecer loucura, mas também podem ser possível, basta olharmos com outros olhos as evidências que nos mostram tanto em Marte como também em solo lunar.




De acordo com outras boas fontes, a área do rosto Cydonia contém inúmeras evidências de uma tecnologia de uma cultura inteligente, em que a montanha é o túmulo de um dos seres Annunaki importantes com possível ligação é túneis para as bases que se localizam mais a esquerda. 




Abaixo pode se notar uma imensa pirâmide onde um grande complexo subterrâneo foi criado por alienígenas há mais de 500.000 anos como forma de proteger a população quando existiam guerras em solo marciano.




Adicionando um fato importante que alguns investigadores já observaram, são os pontos pretos de origem artificial em torno do rosto, são vistos como a de milhares em toda a área e parece que são tipos de monólitos. Analises desses objetos negros sugerem que eles desapareceram ou apenas deixaram essa área em fotografias mais recentes.




É, ao que tudo indica, a enigmática região de Cydonia já foi uma grande cidade fortificada e muito desenvolvida tecnologicamente, basta saber os reais construtores desse tão fascinante ponto (hoje já morto) no solo marciano. 

Breve estarei postando a segunda parte desta série de anomalias marcianas...

segunda-feira, 29 de julho de 2013

Sondas alienígenas poderiam estar em nosso sistema solar



Matemáticos escoceses afirmam que naves espaciais com capacidades de ''auto-replicação'' poderiam ter sido enviadas por civilizações do cosmos da nossa vizinhança galáctica. Um estudo da Universidade de Edimburgo adverte que estas sondagens são provavelmente tão avançadas tecnologicamente falando, que  seriam indetectáveis por nossa primitiva tecnologia.




Enquanto a sonda Voyager atingiu a borda de nosso sistema solar, poderia uma tecnologia mais avançada e mais antiga de uma civilização de outro sistema solar ter realizado essa façanha há muitos anos antes, há muito tempo que poderia já ter chegado ao nosso lugar no universo.




A pesquisa publicada na revista internacional de astrobiologia, analisa  como uma frota destas sondas podem viajar através do espaço e tempo.




Os matemáticos Duncan Forgan e Arwen Nicholson  acreditam que sondas enviadas por raças alienígenas gerariam um efeito chamado de ''Estilingue'', realizando manobras em torno das estrelas que visitam com o objetivo de promover é extrair energia do movimento destas em relação ao centro galáctico, permitindo-lhes aumentar a velocidade e cobrir grandes distâncias rapidamente.




A sonda Voyager usou técnicas similares sobre os planetas do sistema solar. Mas fazer a manobra em uma  maior gravidade como a de uma estrela, geraria um impulso muito maior.




Os pesquisadores também supõem que estas sondas alienígenas se auto-replicariam novas versões de si mesmas, através de poeira e gás por viajar grandes distâncias.




Modelos computacionais de trabalho demonstram essa possibilidade como sendo estreita, mas não explica por que as sondas não vieram em contato com a nossa espécie. Os cientistas dizem: ''pode-se concluir que esta frota de sondas de auto-replicação têm a capacidade de explorar toda a galáxia em um tempo relativamente curto... menos do que a idade da terra''.




Eles ainda alegam que estas sondas teria sido programadas para não chegar todas ao mesmo tempo, assim sua presença passou despercebida e não aparente um hostil ataque de uma civilização alienígena.




Forgan não exclui que estes dispositivos podem usar algum tipo de camuflagem para testar a inteligência de nossa civilização. "Somente quando formos capazes de detectá-los, a civilização que os enviaram iria tentar se comunicar", e acrescentou: "Além disso, a improbabilidade e muito grande que estas sondas falhassem ou não cumprissem seu objetivo, desde qualquer civilização do universo que tem a capacidade para uma varredura em grande escala, teriam muito habilidosos engenheiros em seu campo".




Em um estudo de 2011, Jacob Haqq-Misra, do Rock Ethics Institute, escreveu sobre a noção de artefatos alienígenas presentes em nosso sistema solar sem que nossa civilização tenha percebido e explicou que esta grande falta de conhecimento se dá ao simples fato que não demos atenção suficiente aos estranhos fenômenos.

quarta-feira, 17 de julho de 2013

Calendário lunar mais antigo do mundo



Durante suas escavações no terreno do Castelo de Crathes, arqueólogos britânicos encontraram o que acreditam ser considerado o mais antigo calendário lunar do mundo, em um campo de Aberdeenshire, na Escócia.




Uma equipe liderada pela Universidade de Birmingham, na Inglaterra, sugere que o antigo monumento foi criado por uma comunidades de caçadores-coletores há 10.000 anos atrás.




Escavações realizadas em um campo conhecido como Warren Field, começaram em 2004, e desde então os especialistas que analisaram o concluíram que este era apoiado em postes de madeira.




Estima-se que este calendário Mesolítico é milhares de anos mais velho do que outros sistemas de mediçao de tempo descoberto na Mesopotâmia. A disposição dos furos também se alinha com o solstício de inverno. Acredita-se que ele fornecia a essas comunidades com um sistema anual de "correção astronômica", a fim de melhor estimar a passagem do tempo é a mudança das estações.




Vince Gaffney, professor de arqueologia da Universidade de Birmingham, liderou a análise do projeto. Ele disse que a evidência "sugere que as sociedades de caçadores-coletores, na Escócia, tinha tanto a necessidade é a sofisticação de seguir o tempo ao longo dos anos, a fim de corrigir as alterações sazonais do ano lunar, e isso aconteceu quase 5000 anos antes dos calendários conhecidos no Oriente".




O Dr. Richard Bates, da Universidade de St. Andrews, que também participou do projeto, disse que a descoberta mostra " uma nova prova emocionante" do início Mesolítico da Escócia. "Este é um dos primeiros exemplos de tal estrutura e não há lugar comparável no Reino Unido ou na Europa do que foi construído há milhares de anos em Warren  Field", acrescentou Bates.




Warren Field foi descoberto através de uma série de marcas identificadas a partir do ar pela Comissão Real dos Monumentos antigos e históricos da Escócia (RCAHMS). Dave Cowley, gerente de projeto dos levantamentos aéreos RCAHMS, explicou: "Temos tirado fotografias da paisagem escocesa há 40 anos, registrando milhares de sítios arqueológicos que nunca foram detectados a partir de terra."




Por sua vez, o arqueólogo da National Trust for Scotland, Shannon Fraser, disse: "Este monumento notável é único no Reino Unido. Nossas escavações revelaram um fascinante olhar para uma cultura de 10.000 anos atrás, e esta última descoberta enriquece nossa compreensão de sua relação com o tempo e os céus."