terça-feira, 7 de agosto de 2012

O astronauta de Nazca



As linhas de Nazca, como são mais conhecidas, estão localizadas em Pampas de Jumana no deserto de Nazca, entre as cidades de Nazca e Palpa, no Peru. Elas foram atribuídas pela cultura Nazca. Elas são compostos de várias centenas de desenhos tão simples como linhas geométricas, formato de animais, e de estranhos seres, tudo gravado sobre o deserto de Nazca.




Para alguns pesquisadores, estas linhas representavam caminhos sagrados, locais de culto e cerimônias, alguns até as citam como um sistema de abastecimento de água subterrânea e outros dizem que  tinham significado astronômico.




Em " O Testamento Maia" (primeiro livro da trilogia maia de Steve Alten), o deserto de Nazca é a chave para resolver o mistério da profecia da Maia (sustentando que a humanidade perecerá em 21 de dezembro de 2012), uma vez que, de acordo com o livro, imagens de baleias e macacos, referem-se à península de Yucatán tropical, e a pirâmide desenhada corresponde ao de Kukulcan em Chichen Itza. Também se relaciona com os crânios alongados que foram encontrados em Nazca como aqueles encontrados por toda a Mesoamérica, insistindo que as linhas e desenhos no deserto, eram obra do deus-rei: Kukulcan / Quetzalcoatl.




Uma boa teoria que diz respeito ao mistério envolvendo as linhas de Nazca é de que os antigos povos viram  algumas pistas feitas no meio do deserto, pistas estas deixadas por antigos astronautas que as fizeram como um meio de pista de pouso para suas naves. Mas para os antigos povos mesoamericanos, estas estranhas linhas eram sinais dos deuses, então resolveram as reproduzir novamente de modo a chamar a atenção divina. 



Parece uma boa teoria. Mas a grande questão é de que até hoje não consiguiram explicar como, a partir do solo, poderia criar essas figuras perfeitas visíveis somente a partir do ar. Para que tal façanha pudesse ser realizada precisariam que alguém os tivesse orientado do ar. Mas quem teria os orientado? Essas linhas teriam sido mesmo usadas por seres de outros planetas como uma espécie de guia em sua viagem interplanetária? Ninguém sabe responder.




Um dos mais enigmáticos desenhos "supostamente feito" por essa antiga civilização é de um estranho ser que mais se assemelha a um astronauta.



Observem as incríveis semelhanças com modernos astronautas. Esse estranho ser calçando botas. Botas? que eu saiba na época ainda não existia, pelo menos para supostos povos indígenas. Usando um notável capacete com uma mochila nas costas. Obviamente eles representaram o que viram.




Essas enigmáticas linhas continuam a ser um dos mistérios mais intrigantes da humanidade. Não vai ser de hoje que conseguirão explicar tal mistério, muito menos decifrar tais enigmas. Uma coisa é certa, quem quer que as tenha feito só poderia as ver por completo a uma grande altitude, coisa improvável pois na região em que foram feitas é plana, para que os desenhos pudessem ser vistos por completo necessitariam de maquinas voadoras, obviamente vistas naquele tempo por entidades extraterrestres.

sábado, 4 de agosto de 2012

A missão Viking pode ter encontrado vida em Marte




Os experimentos para detectar vida em Marte foram realizadas por membros da Missão Viking em 1976. Agora, 36 anos depois, novas análises das amostras parecem contradizer com a noção de que os experimentos não encontraram nada. O novo estudo, conduzido por uma equipe internacional de matemáticos e cientistas, usando robôs parecem demonstrar que a missão Viking encontrou vida em Marte.




"O teste final seria de tomar um vídeo de bactérias marcianas. Devemos enviar um microscópio para observar os movimentos de bactérias. Com base no que temos discutido até agora, eu posso ter 99% de certeza que há vida lá ", disse o biólogo Joseph Miller.




Os pesquisadores estudam cuidadosamente sobre dados coletados pelo experimento original, que foi focado na busca de sinais de metabolismo microbiano nas amostras de solo marciano tomadas e processadas pelos robôs das sondas Viking.




Miller diz que a descoberta é uma evidência forte que desafia a idéia popular de que as sondas Viking não encontraram evidencias da existência de vida em Marte.




Os cientistas estão atualmente a analisar os dados novamente para ver se as variações na luz do sol durante longos períodos de escuridão, produto das tempestades de poeira gigantes marcianas, se os sistemas biológicos apresentam uma mudança de comportamento em relação ao fator ambiental. Os resultados deste último estudo será apresentado em agosto deste ano. A pesquisa foi publicada online na revista  International Journal of Aeronáutica e Ciências Espaciais. http://ijass.org/

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Muitos exoplanetas habitáveis seriam mais antigos que a Terra



Se há outras espécies como nós no universo, são provavelmente muito mais velhos do que nós. Segundo a nova pesquisa apresentada na reunião 220 da American Astronomical Society e publicado online na revista Nature, os inúmeros planetas habitáveis ​​que orbitam outras estrelas podem ter se formado há bilhões de anos antes da nossa Terra ter se formado. 




Anteriormente, os pesquisadores descobriram que os exoplanetas gigantes gasosos são preferencialmente formados em torno de estrelas com uma abundância relativamente elevada de elementos mais pesados ​​como o ferro.




Uma vez que os elementos mais pesados foram forjados nas primeiras gerações de estrelas e então dispersos por explosões de supernovas.




No entanto, um estudo das estrelas-mães de algumas centenas de exoplanetas menores encontrados pelo telescópio espacial Kepler da NASA mostram que têm uma grande variedade de abundância de elementos pesados​​.



Aparentemente, os planetas pequenos podem facilmente formar em torno de estrelas que nasceram muito antes na história do universo. Quem sabe quantas civilizações têm subido e caído no passado cósmico?




Esta informação também dá suporte à hipótese da visitação extraterrestre ao nosso planeta, porque como a maioria das civilizações alienígenas são mais velhos do que a nossa, obviamente tiveram tempo suficiente para desenvolverem a tecnologia necessária para explorar outros mundos, incluindo o nosso amado planeta  azul.