quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

As possibilidades de vida extraterrestre



Uma série de descobertas recentes fez as chances de que a vida existente em outras partes do universo ser maiores.




Nos últimos dias, os cientistas relataram que existem três vezes o número de estrelas do que se pensava. Outro grupo de pesquisadores descobriram um micróbio que pode viver em arsénio, o que implica que pode haver vida em condições mais extremas do que se imaginava. Recentemente, os astrônomos disseram ter encontrado pela primeira vez um planeta possivelmente habitável.



"A evidência está ficando cada vez mais forte", disse Carl Pilcher, diretor do Instituto de Astrobiologia da Nasa, que estuda as origens, evolução e as possibilidades de vida no universo. "Acho que todos que analisam esta informação vão dizer, deve haver vida lá." Completou.




As evidências, no entanto, são poucas, e cientistas ainda têm de tirar conclusões definitivas.




Uma razão para não se sentir muito otimista, é de que a vida extraterrestre pode ser bem pequena, ou melhor dizendo, microscópica.



E depois, analisar a evolução destes organismos. O primeiro indício de que existe vida em outros planetas pode ser gerado por um molde de lodo, em vez de alguma versão dos Ets como conhecemos.



Os cientistas têm criado uma equação que calcula as chances de vida civilizada em outro planeta. Basicamente, estes cálculos são baseados em dois fatores básicos: Quantos Planetas são capazes de suportar vida? E como é difícil para abrigar um modo de vida.



A descoberta de que existem mais estrelas do que se pensava implica um maior número de locais onde possa ter vida e fazer com que expanda o que constitui a vida. Dez cientistas entrevistados pela Associated Press disseram que a possibilidade de vida extraterrestre é maior do que imaginavam.



O astrobiólogo Chris McKay, da Nasa, disse que: "existem certos fatores que indicam que a presença de vida em outros lugares é um absurdo."



Para começar, determinariam onde poderia haver vida. Até recentemente, os astrônomos concordaram que só poderia ter vida em planetas que circulam em torno de estrelas como o nosso sol. Portanto, a busca é focada em estrelas como o nosso Sol.




As estrelas mais comuns no universo, chamadas anãs vermelhas, que são menores do que o nosso sol e mais opaca. Provavelmente 90% das estrelas no universo são anãs vermelhas. Os astrônomos acreditam que planetas em sua Orbita não podem ter vida.




Mas há três anos, a NASA reuniu seus principais especialistas sobre o assunto, que analisaram os dados e concluíram que poderia ter vida em planetas que orbitam anãs vermelhas. Estes planetas estariam mais próximos de suas estrelas e não giram tão rápido quanto a Terra. Os cientistas determinaram que as estrelas pequenas podem proporcionar condições muito diferentes da Terra, mas permitiria alguma forma de vida.




Em outras palavras, existem milhares de milhões de novos mundos em que não se pode descartar a presença de vida.



Um astrônomo de Yale calculou 300 mil trilhões de estrelas, três vezes o que era suposto. Lisa Kaltenegger da Universidade de Harvard, diz que os cientistas agora acreditam que metade das estrelas em nossa galáxia poderiam ter planetas que são de duas a dez vezes o tamanho da Terra e onde poderiam ter vida.



O próximo passo é determinar quantos desses planetas estão em áreas que não são nem muito quente nem muito frio e poderia abrigar as formas de vida.



Na última década, os cientistas descobriram que existem formas de vida que sobrevivem no ácido, no gelo da Antártida e em outras condições extremas. Mas nada convenceu mais do que o anúncio de que uma bactéria pode sobreviver por arsênio em vez de fósforo. Sempre se disse que havia seis elementos essenciais para a vida: carbono, hidrogênio, nitrogênio, oxigênio, fósforo e enxofre. Isto exige uma mudança na definição do que constitui a vida.




Recentemente a Nasa anunciou que descobriu um planeta que pode ser habitável. O Kepler 22-b tem 2,4 vezes o tamanho da Terra e está situado a 600 anos luz de distância. A temperatura média da superfície é de 22º C.



Somos apenas iniciantes na exploração espacial, pouco sabemos sobre nossa origem e ainda há muitas descobertas a fazer. Ainda a muitas dúvidas a serem esclarecidas, mas a cada descoberta sempre aumenta a dúvida.



No momento em que perguntamos se existe vida na vastidão do universo infinito, em algum lugar, outro ponto do universo podem haver seres inteligentes se perguntando a mesma coisa!!!

Um comentário:

  1. Segundo alguns pesquisadores de uma determinada linha de estudo, a maioria dos fenômenos associados à abduções de humanos por seres alienígenas estão associados à experimentos envolvendo sexualidade (manipulação de órgãos genitais) experiências genéticas e reprodução de seres híbridos. A maioria das aparições se assemelham a fenômenos intangíveis, plasmáticos, sem continuidade e desprovidos de consistência material. No passado da humanidade consoante relatado em contos antigos (bem como na própria bíblia) houve tais aparições e abduções. NO Velho Testamento há inclusive referências de seres (não humanos, não materiais, seres intangíveis) que desceram e se relacionaram com mulheres criando uma espécie humanoide hibrida estranha denominada NEPHILINS. Além de espécies bizarras e monstruosas como Gigantes Titâs e seres alados. Nos dias atuais a maioria das pessoas que alegaram haverem sido abduzidas ao relatarem suas experiências descrevem situações que mais se assemelham ao SOBRENATURAL, possessões demoníacas por entidades obscuras que propriamente seres tangíveis como astronautas de planetas distantes. Há um interesse estranho e muito suspeito no que concerne à sexualidade humana e reprodução, como no passado relatado quando mulheres eram procuradas por entidades estranhas que procuravam se mesclar na raça humana com um propósito no mínimo suspeito. Penso que se alguém por ventura visualizar um ET, melhor disparar primeiro e perguntar depois.
    Velho Testamento

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