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quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Em busca dos viajantes do tempo - Evidências



Os viajantes do tempo deixaram evidências em diferentes lugares da Terra, alguns céticos não acreditam que estas evidências sejam para uma explicação aceitável sob suas convicções.




A viagem no tempo atualmente não seria possível, embora algumas teorias científicas são de que um dia poderia se realizado tal proeza. Mas as evidências de viajantes do tempo que tem sido encontradas no meio  arqueológico continuam sendo de difícil explicação, e muitas vezes a ciência esconde ou finge não está dando muita importância, de modo a esconder muitos fatos.




Os enigmas e mistérios que têm tratado a questão dos viajantes do tempo sempre causam discordâncias entre os meios de estudos. Por isso é um tema muito interessante, porque há realmente um monte de objetos chamados de "Ooparts", que são objetos ou marcas que não podem pertencer a época em que são datados. São uma clara evidência de que os humanos caminharam quando a ciência não poderia existir ou até mesmo a espécie humana.




Irei mostrar algumas provas que sustentam a teoria de viajantes no tempo. Lembrando que muitas delas não se tem muita repercussão na mídia, pois como já foi comentado, exigem sigilo quando se trata de tais evidências.




As melhores provas da existência de viajantes do tempo podem ser encontrada em pegadas ou trilhas deixadas em lugares que pertencem a uma época em que quase todo mundo iria concordar que nenhum ser humano poderia ter as deixado.




Uma marca de sapato foi descoberta em 2002 por James Snyder, uma pessoa que vive na base de uma montanha em uma floresta de Cleveland, EUA, e sempre teve uma vida bastante tranquila até que um dia, em 2002, descobriu uma pegada fossilizada no granito da montanha na parte de trás de sua casa. De acordo com a análise na pegada que foi impressa e incorporada no granito, os peritos observaram que a marca pode ser de cerca de 1 bilhão de anos.




No mês de agosto de 1882, H.W. Harkness é citado pela revista Proceedings, da Academia de Ciências da Califórnia, com a descoberta de um conjunto pegadas que aparentemente tinham sola de sapato diferente.




No registro, o professor indica que as pegadas são do período Plioceno, estimando que as pegadas poderiam ter uma idade de cerca de 1,8 milhões de anos. Acrescentando que a distância de uma pisada a outra indica a altura dos indivíduos entre 1,70 e 2,00 metros de altura.




O New York Times informou em 1938 a descoberta de pegadas em Kentucky, Estados Unidos. Pegadas  humanas fossilizadas no arenito que marcaram no período Permiano, abrangendo 310-290 milhões de anos atrás, numa época em que a ciência afirma não existirem humanos.




O paleontólogo Jerry MacDonald em 1987 encontrou uma variedade de pegadas de animais e de pássaros que datavam do período Permiano, entre as quais foram encontradas pegadas humanas. Analisados, sua idade varia entre 290 e 245 milhões de anos, muitos milhões de anos antes de existirem pássaros, tipos de animais, muito menos humanos.

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Em busca dos viajantes do tempo - Alguns estranhos casos



Nostradamus disse ter sido visitado por um crononauta, ou viajante do tempo, ele revelou os fatos do futuro que reflete em suas profecias . Você acha que é possível viajar no tempo ou são apenas lendas urbanas? A verdade é que existem muitos casos documentados deste fenômeno.




Rudolf Fenz é uma das poucas pessoas que foram capazes de viajar através do tempo. Em 1950  numa noite quente, e as pessoas andando na 5th Avenue, em Nova York de repente viram um homem estranho vagando desnorteado entre os carros até que fosse atingido por um carro.




A polícia disse que ele era um homem de 30 anos, cuja única "esquisitice" era seu traje: casaco preto, chapéu e calça apertada com sapatos de fivela, como eram usados no século XIX.


 

Seu corpo foi levado para o necrotério. Ao registrarem seus bolsos, encontraram um punhado de moedas e notas que estavam fora de circulação, elas estavam em perfeitas condições. Junto com o dinheiro, haviam  cartões de visita e uma carta com carimbo, datada de 1876, dirigida à Rudolf Fenz. Dentro do envelope, haviam algumas receitas que se referem ao montante pago a título de manutenção de uma carruagem de cavalos.




Hubert Rihn, agente do Escritório de desaparecimentos de Nova York, começou uma investigação para encontrar os familiares da vítima. Iniciado pelos imigrantes austríacos, alemães e europeus que chegaram aos Estados Unidos após a 2 Guerra Mundial, pelo seu sobrenome. Mas os resultados foram negativos. Ninguém com esse nome vive no endereço do envelope, nem mesmo ao telefone, ou registros de seguros.




Finalmente, encontraram um número de telefone em uma lista telefônica de 1939, que continha um certo Rudolf Fenz Junior, o filho do homem que foi atropelado. Mas Fenz Jr tinha morrido há muito tempo, aos 70 anos. Sua viúva afirmou que o pai de Rudolf Fenz Junior havia saído para uma caminhada no país em 1876 e nunca mais retornou.




Os dados começaram a conciliar, na lista de pessoas desaparecidas do Estado de Nova York, em 1876 encontraram em um relatório de pessoas desaparecidas, um registro de Rudolf Fenz. Mas o estranho não termina aqui: Hubert Rihn descobriu uma fotografia de um homem desaparecido no século XIX, que coincidiu com a pessoa que havia morrido em 1950. Ou seja, este homem tinha aparecido 74 anos depois, sem ter envelhecido, no coração de Nova York.




Este é um dos poucos casos em que se pode provar que uma pessoa já viajou no espaço-tempo, apesar dos muitos enigmas que nos confrontam. Quanto a veracidade desses casos, fica a critério do leitor, apenas trazemos os fatos, no final vocês que decidem.




Outro caso de viagem no tempo, neste caso, o crononauta é Andrew Carlssin , um homem de 44 anos que teve um incrível sucesso no mercado de ações em 2002. A Comissão de Segurança de Valores Mobiliários de Carlssin arrecadou com um investimento inicial de US$ 800, em duas semanas tinham 350 milhões através de 126 operações de alto risco, cujos resultados podem ser explicados apenas por iniciados.




Ao ser questionado, confessou que ele tinha viajado de volta no tempo a partir do ano de 2256, e sabia de antemão os movimentos do mercado de ações. Ele alegou de coisas que ocorreriam no futuro, como os dados que mostraram a localização de Osama Bin Laden (fato que já ocorreu), e da existência de uma cura para a AIDS no futuro.




Sua "máquina do tempo" se manteve escondida, nunca sendo revelada temendo cair nas mãos erradas. O estranho é que, até 2002, não existe nenhuma evidência da existência de Andrew Carlssin.

domingo, 4 de novembro de 2012

Em busca dos viajantes do tempo - As pistas deixadas



Continuando com a série viajantes do tempo, vamos abordas muitas provas existentes em que mostram supostos traços de viajantes temporais no passado da Terra. Assim, claro, como existem diversas teorias de que se tratam de marcas deixadas pelos antigos astronautas que nos visitaram a diversas eras atrás. Pois então, vejam as provas e tirem vocês suas próprias conclusões, pois existem muitas.



A sandália 


William J. Meister, em junho de 1968 descobriu o que poderia ser o fóssil de uma pegada humana mais antiga já encontrada. Se trata de uma impressão deixada em uma pedra que estimula-se que tenha cerca de 300 a 600 milhões anos. É muito evidente pois mostra a marca perfeita de uma sandália, do tamanho de um pé humano. E ainda tem esmagado um trilobite, um parente antigo das aranhas que já está extinto a cerca de  320 milhões de anos atrás.




É impossível para um ser humano, pois a ciência afirma que naquela época ainda não existia seres humanos, ainda mais calçando uma sandália e esmagando um trilobite, deixando a sua marca para a posteridade. A sandália que teria esmagado a vida trilobita tem cerca de 25,2 cm de comprimento e 8,4 cm de largura. O calcanhar é afundado ligeiramente mais do que a sola, como é normal em uma impressão humana.



A mão humana


Este fóssil, que mostra exatamente a impressão de uma mão humana, mostra um detalhe incrível: o mesmo tem uma marca de unha.

Ele foi encontrado no calcário de Glen Rose, Texas, EUA, e sua idade é estimada em cerca de 110 milhões de anos. Tudo indica que foi deixado quando dinossauros ainda caminhavam sobre a Terra.



Homens do Cretáceo


Na mesma pedra calcária, onde se diz ter encontrado a marca de uma mão descrito acima, aparecem o que parece ser pegadas humanas de grande porte (que indicam homens de mais de 2,5 m).

Eles são chamados de "as faixas de Glen Rose". Aparentemente, no mesmo lugar teria vestígios de saurópodes (grandes herbíboros) e dinossauros carnívoros, e até mesmo as pegadas aparentemente humana estariam em estratos mais baixos (o que indicaria serem mais antigas, portanto para as pegadas de dinossauros).



Dedo humano fossilizado


Este fóssil, identificado como DM93-083, está em uma coleção particular e foi encontrado em Axel Heiberg, no Ártico canadense. Ela data de cerca de 100 a 110 milhões de anos, que corresponde ao período Cretáceo.

Abaixo da foto, mostra uma imagem radiográfica, onde se pode perceber a presença de ossos, que possui  uma densidade mais baixa do que a parte exterior do olhar petrificado muito mais escuro no tom.



Pegadas na Malásia

Em uma área dedicada a turismo, foram encontradas pegadas gigantes aparentemente humanas, medindo cerca de 85 cm de comprimento. Em uma distancia de cerca de 10 km, foram encontradas mais pegadas com as mesmas proporções, localizadas numa floresta.



Astronautas do século 17

Este ser raro, que parece estar usando um traje espacial completo com capacete, aparece em um dos pilares da catedral de Salamanca, na Espanha.

A igreja foi iniciada em 1513 e foi, então, restaurada por ter sido parcialmente danificada em guerras e terremotos, a última renovação foi em 1995. Dizem que alguém aproveitou a oportunidade para colocar esse astronauta, mas não há muitos indícios de tal escultura ter sido feita esse ano, mas também não há fotos anteriores a esse ano.



Relógio suíço


Um relógio suíço de 100 anos foi encontrado em uma tumba chinesa selada por 400 anos. O relógio em questão é um modelo com um anel e a palavra Swiss gravada na parte traseira.

O túmulo pertence à dinastia Ming que cobre a 1368-1644.

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Em busca dos viajantes do tempo - Universos Paralelos



Dando continuidade com a série, nessa matéria trataremos sobre os possíveis paradoxos causados em viagens temporais, muitos até que impossibilitariam a mesma. Teria a ciência, alguma forma de explicar se podemos ou não resolver essa grande questão dos paradoxos temporais?




Já se discutiram diversas teorias que indicam que as passagens através do tempo, através de buracos de minhoca  poderiam gerar paradoxos, já que podem gerar condições iniciais que induzem a um paradoxo que é introduzido após a viagem no tempo.





Se os resultados podem ser generalizados, curiosamente sugerem que nenhum dos paradoxos formulados em histórias de viagem no tempo podem realmente ser formulados em um nível físico, isto é, que qualquer situação que faz com que uma história de viagem temporária possa permitir que muitas soluções sejam criadas.




As circunstâncias podem ainda tornar-se quase inacreditavelmente estranhas. Universos paralelos são uma possibilidade teórica para evitar a maioria dos paradoxos relacionados com viagens através do tempo. A interpretação de muitos mundos sugere que todos os possíveis eventos quânticos podem ocorrer em histórias simultâneas.




Essas histórias alternativas ou paralelas formam uma árvore de ramificação que simbolizam todos os resultados possíveis de qualquer interação. Porque todas as possibilidades existirem, qualquer paradoxo pode ser explicado por eventos paradoxais a ocorrerem num universo diferente. Este conceito é muitas vezes usado na ficção científica. No entanto, atualmente  os físicos acreditam que essa interação ou interferência entre essas histórias alternativas não é possível.




Considerando-se essas teorias, também é possível dizer que poderemos estar sendo visitados por seres de universos paralelos ao nosso, mas com tecnologia muito mais superior.




Esses supostos seres que há muito tempo nos observam, se a teoria de universos paralelos estive certa, é bem plausível que seriam nossa humanidade daqui a milhares ou talvez milhões de anos, muito mais evoluída fisicamente como cientificamente. 




Mas isso, é claro, é apenas mais uma teoria tentando explicar o inexplicável. Mas se levarmos em conta alguns relatos de pessoas que mantiveram um contato direto com esses misteriosos seres e afirmam que se assemelham bem a nós humanos.




Teorias criadas por pesquisadores que acham pouco plausível a existência de formas de vida inteligente existirem em outras estrelas, mas que, tentam explicar esses mistérios de uma forma bem familiar. 

  


Além disso, das formas de vida que evoluíram aqui na Terra, é um pouco difícil de aceitar que as evoluções dos extraterrestres fosse igual a nossa, pois pra isso acontecer, seu planeta natal teria de ser idêntico ao nosso, é ainda por cima apresentar as mesmas condições de vida, para que tenham se evoluído semelhante a nós.




Mas claro, são apenas teorias, enquanto não for provada a veracidade da existência de universos paralelos, a existência de vida extraterrestre será sempre aceita e questionada. Por enquanto, o que é mais aceito é de que a humanidade não sobreviverá a tempo de criar uma máquina capaz de viajar através dos tempos.

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Em busca dos viajantes do tempo - A teoria



Vamos dar início a uma série em que abordarei vários temas assim como diversas teorias e indícios de viagens temporais que supostamente já se concretizaram. Assim como existem diversos paradoxos e impossibilidades de se realizar tal façanha, também existem possibilidades é diversas teorias.





A viagem no tempo sempre foi coisa de ficção científica. Mas na realidade estamos constantemente viajando no espaço e no tempo. De acordo com a descrição convencional da teoria de relatividade, as partículas de material se movem através do espaço de tempo de movimento para a frente no tempo (futuro) da massa e a energia total é positiva, e para o lado ou outro do espaço. Claro que isso não é considerado como tempo de viagem, como não temos maneira de controlar a direção da viagem nisso, mas só é programado para se mover a uma velocidade constante.




Uma maneira de fazer progressos ao longo do tempo de forma mais rápida do que os nossos companheiros mortais, seria com a ajuda de um dispositivo que poderia levar-nos através do espaço à velocidade da luz (cerca de um bilhão de quilômetros por hora).




Um aspecto comprovado da teoria da relatividade é que viajar a velocidades próximas a da velocidade da luz provocaria uma dilatação do tempo, altura em que um indivíduo que viaja a velocidade corre mais lentamente.




A partir da perspectiva do viajante, enquanto para as outras pessoas, o tempo parece fluir mais rapidamente, fazendo com que o viajante chega em um ponto posterior no futuro. No entanto, o fenômeno em si não é o que é frequentemente denominado como uma viagem no tempo. Mas com a teoria especial da relatividade de Einstein, poderia explicar uma forma de dilatação do tempo comumente ser chamado de "viagem no tempo".




Ele afirma que relativamente a um observador estacionário, o tempo parece fluir mais lentamente movendo-se rapidamente para o corpo: por exemplo, um relógio de movimento aparecerá a ficar mais lento, quando aumenta a velocidade e se aproximar da velocidade da luz parece ter parado completamente. No entanto, este efeito só permite "viagem no tempo" para o futuro, nunca para trás.




Este tipo de viagem não é típica de ficção científica, e não há dúvida sobre a sua existência, mas para muitos cientistas, a viagem ao passado pode não parecer impossível, mas sim possível.




Mas, assim como cientistas acreditam nessa possibilidade, também existe muitos cientistas que acreditam que a viagem no tempo em si é impossível. Essa visão é reforçada por um argumento baseado na Navalha de Occam.




Qualquer teoria que permite viajar no tempo requer algumas situações relacionadas ao nexo de causalidade, onde ocorre a presença de diversos paradoxos temporais. O mais famoso dentre os paradoxos é o então conhecido Paradoxo do avô. E se alguém tentar viajar de volta no tempo e matar seu próprio avô, antes mesmo de seus pais nascerem? 




Além disso, na ausência de qualquer evidência experimental para resolver esses paradoxos é a então possibilidade da viagem no tempo, é teoricamente mais simples supor que isso não pode acontecer.




O físico Stephen Hawking sugeriu que a ausência de visitantes do futuro constitui um forte argumento contra a existência de viagens no tempo. Isso seria uma variante do paradoxo de Fermi (sobre a negação de "visitantes alienígenas, porque diz que os alienígenas não existem"), em que fala de "viajantes do tempo" em vez de "visitantes alienígenas".




Dadas estas circunstâncias, outros sugerem, aqueles que sustentam a ideia de  Hawking de que se no futuro o ser humano pudesse voltar no tempo, ele não poderia voltar para um espaço anterior do momento do desenvolvimento desta máquina do tempo, pois ela não haveria, portanto só poderia voltar ao passado até quando a maquina do tempo foi criada.




Também foi sugerido a teoria de Universos Paralelos, que estaríamos viajando de volta não nesse universo, mas sim em um universo paralelo. Com isso não estaríamos viajando para o nosso próprio passado, mas em uma cópia do mesmo, mas com uma diferença, seriamos um turista espacial. Teríamos então, de ter dois espaços temporários simultaneamente: um onde o viajante temporal sai para chegar a um outro em que é a cópia do universo de origem.




Esta seria uma hipótese para os discutirmos a existência dos paradoxos temporais, pois não os colocariam mais nas impossibilidades de se viajar no tempo. Não afetaríamos a nossa história nem nosso universo, mas sim uma cópia do mesmo. 




Se amanhã eu planejar uma viagem para hoje, para dizer olá para mim mesmo, na verdade eu estaria dizendo olá para o meu outro eu, em um outro universo, numa outra realidade. No entanto, supondo que a viagem no tempo for possível, também é  interessante para os físicos levantarem a questão sobre as leis da física para impedi-lo.