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sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Múmias intactas da era pré-colombiana



Um grupo de arqueólogos encontraram duas múmias antigas com mais de 1.000 anos em um cemitério localizado em um subúrbio da capital peruana, Lima.




"Esta é uma das descobertas mais importantes nas últimas três décadas de escavações, porque ambas as múmias estão intactas", disse em um comunicado a arqueóloga Gladys Paz.




Os corpos das múmias são de uma criança e um adulto. Especialistas acreditam que a criança pode ter sido enterrada como um sacrifício, de modo a ficar com os adultos, mesmo mortos. 




De acordo com a arqueóloga  Gladys Paz, "o túmulo onde foram encontradas as múmias não foi saqueado, está completo, com as oferendas do adulto morto e o sacrificado", disse ela em relação à criança.




Segundo os pesquisadores, as múmias que permaneceram intactas até o momento da descoberta pertencem ao período pré-colombiano.



quarta-feira, 16 de outubro de 2013

O portal dos deuses



Na região de Hayu Marca, próximo ao lago Titicaca no Peru, existe uma grande forma esculpida em uma montanha, também chamada de Portão dos Deuses. Esculpida em pedra, não mais do que uma fachada, pois leva a lugar nenhum.




No entanto, alguns acreditam que era uma máquina de teletransporte, desmontada por antigos extraterrestres quando eles partiram. Segundo uma lenda local, diz-se que grandes heróis atravessaram o portão para levar á uma gloriosa imortalidade. Pessoas que colocam as mãos na talhação menor localizada na base do portal, tinham visões de estrelas, colunas de fogo e ouviam uma estranha música. Há ainda uma profecia que diz que a porta será aberta um dia quando os deuses retornarem com suas carruagens de fogo.




Hayu Marca, a 35 quilômetros da cidade de Puno tem sido reverenciado pelos índios locais como a "Cidade dos Deuses", e nunca foi totalmente explorada por causa do terreno acidentado da montanha.




Apesar de não ter sido descoberto qualquer cidade real, muitas das formações rochosas da região se assemelham a edifícios e estruturas que se parecem com dinossauros. Hayu Marca, foi esculpida em uma rocha natural, em algum momento no passado distante, e mede exatamente sete metros de altura por sete metros de largura, com um buraco menor no centro da base, que mede apenas dois metros de altura.




José Luís Delgado Mamani, um guia turístico local, encontrou por acaso a estrutura enquanto caminhava pelas colinas da região. Ele revelou que quando viu pela primeira vez a estrutura quase paralisou, e que ao longo dos anos ele sonhou com o lugar, mas em seu sonho o caminho para a porta foi pavimentado com mármore rosa, e com estátuas de mármore rosa alinhadas de cada lado da trajetória.




No sonho, ele também viu que a porta estava aberta e na porta menor tinha uma luz azul brilhante vindo do que parecia ser um túnel brilhante em seu interior. Séria uma visão de algo que já ocorreu no passado?




Outra lenda fala da época em que os conquistadores espanhóis chegaram ao Peru e saquearam ouro e pedras preciosas das tribos incas. Um sacerdote inca do templo dos sete raios, fugiu de seu templo com um disco de ouro sagrado conhecido como "a chave dos deuses dos sete raios", e se escondeu nas montanhas de Hayu Marca.




Finalmente ele chegou na porta que havia sendo observado pelos sacerdotes xamã. Mostrou-lhes a chave dos deuses e um ritual foi realizado com uma ocorrência mágica causada pelo disco de ouro que abriu a porta, e de acordo com a lenda, luzes azuis emanaram de um túnel interno para fora do portal. O sacerdote deu o disco de ouro para o xamã que, em seguida, passou pelo portal  é "nunca mais retornou".




Arqueólogos referem a uma pequena depressão circular que pode ser observada no lado direito da pequena entrada, e teorizaram que este é onde o pequeno disco pode ter sido colocado.




Alguns indivíduos que colocaram as suas mãos na pequena porta, tiveram uma sensação de energia fluindo bem como experiências estranhas, como visões de estrelas, colunas de fogo e os sons de uma estranha e incomum melodia. Outros disseram que tinham percebido túneis no interior da estrutura, embora ninguém ainda tenha descoberto tais túneis internos. 




Ao que diz a lenda, em um futuro desconhecido esse portal se abrirá e aumentará muitas vezes de tamanho, e quando isso ocorrer, os deuses das estrelas o atravessarão com suas carruagens de fogo (naves intergaláticas?), e retornarão novamente ao nosso mundo.

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

A verdade extraterrestre por trás das Pirâmides



Os sinais de erosão relatam uma antiguidade muito maior do que a estimada pela egiptologia oficial. Para os egiptólogos oficiais como o arqueólogo e chefe das escavações de Gizé, o Sr. Zahi Hawass, todos os que afirmam que as gigantescas piramides já estavam lá quando apareceu o povo egípcio estão iludidos e errados.




No entanto, no início dos anos noventa, diferentes pesquisadores como o norte-americano John Anthony West, questionou a datação da Esfinge com base em traços de erosão no corpo do monumento que pode ser notado, estabelecendo que a sua construção foi atrasada à, pelo menos, 13.000 anos.




Egiptólogos oficiais ignoram o fato de que os monumentos colossais foram construídos por extraterrestres e que eles eram enormes máquinas de teletransporte, mas não ignoram que em grande parte são anteriores ao povo egípcio, como os testes que eles fizeram com o carbono-14 mostraram uma idade de 13.000 anos, ou seja milhares de anos antes de sua suposta construção na qual acreditam a arqueologia contemporânea.




Com isso, conclui-se que quando os antigos egípcios encontraram as colossais pirâmides, sua crença era de que elas foram construídas pelos deuses e acreditaram que se enterrassem seus faraós nelas, eles iriam para o céu, outro fato a considerar é que os hieróglifos não fazem qualquer menção sobre a construção das pirâmides. Se os construtores tinham sido os egípcios, esse fato não poderia ter sido evitado.




Mas a realidade e até mesmo difícil de se acreditar para alguns, sugerir que alienígenas estiveram envolvidos em sua construção é algo que muitos preferem desacreditar, mas as evidências são grandes. 




Não podemos desconsiderar a perfeita colocação e alinhamento com a constelação de Orion. Talvez fossem alinhadas de forma proposital pela tecnologia que as fizeram funcionar como uma máquina de teletransporte que pudessem levar seus verdadeiros construtores de volta para seu planeta natal.




Mas se toda essa tecnologia existia no passado remoto, por que não funcionam atualmente? Pode se responder facilmente que lhes falta a energia necessária provida das antigas máquinas sobre elas.  Podemos as considerar hoje em dia como apenas sobras e totalmente desmanteladas.




Em relação a Esfinge, é meramente um símbolo dos aliens. Para explicar melhor, você pode imaginar qual seria a primeira coisa que os seres humanos fariam no dia em que pisarem em algum outro planeta: os Estados Unidos iriam construir uma grande águia, os russos um grande urso, a  França um grande galo, os  africanos um grande elefante...




A construção das pirâmides para esses "estrangeiros" era muito simples, levando em conta que eles tinham uma tecnologia muito avançada, com alguns dispositivos antigravitacionais poderiam levitar e transportar qualquer objeto facilmente e sem nenhum esforço. Só agora estamos começando a entender tal tecnologia.




Se levarmos em conta as diversas piramides encontradas ao redor do mundo, e saber que tal tecnologia usada para a construção de tais não eram disponíveis para os antigos povos considerados pela arqueologia como "primitivos", chegaremos a conclusão de que algo não terrestre estaria envolvido nessas fantásticas construções. Algo que seria posteriormente considerado por muitos como os chamados "Deuses".

quarta-feira, 17 de julho de 2013

Calendário lunar mais antigo do mundo



Durante suas escavações no terreno do Castelo de Crathes, arqueólogos britânicos encontraram o que acreditam ser considerado o mais antigo calendário lunar do mundo, em um campo de Aberdeenshire, na Escócia.




Uma equipe liderada pela Universidade de Birmingham, na Inglaterra, sugere que o antigo monumento foi criado por uma comunidades de caçadores-coletores há 10.000 anos atrás.




Escavações realizadas em um campo conhecido como Warren Field, começaram em 2004, e desde então os especialistas que analisaram o concluíram que este era apoiado em postes de madeira.




Estima-se que este calendário Mesolítico é milhares de anos mais velho do que outros sistemas de mediçao de tempo descoberto na Mesopotâmia. A disposição dos furos também se alinha com o solstício de inverno. Acredita-se que ele fornecia a essas comunidades com um sistema anual de "correção astronômica", a fim de melhor estimar a passagem do tempo é a mudança das estações.




Vince Gaffney, professor de arqueologia da Universidade de Birmingham, liderou a análise do projeto. Ele disse que a evidência "sugere que as sociedades de caçadores-coletores, na Escócia, tinha tanto a necessidade é a sofisticação de seguir o tempo ao longo dos anos, a fim de corrigir as alterações sazonais do ano lunar, e isso aconteceu quase 5000 anos antes dos calendários conhecidos no Oriente".




O Dr. Richard Bates, da Universidade de St. Andrews, que também participou do projeto, disse que a descoberta mostra " uma nova prova emocionante" do início Mesolítico da Escócia. "Este é um dos primeiros exemplos de tal estrutura e não há lugar comparável no Reino Unido ou na Europa do que foi construído há milhares de anos em Warren  Field", acrescentou Bates.




Warren Field foi descoberto através de uma série de marcas identificadas a partir do ar pela Comissão Real dos Monumentos antigos e históricos da Escócia (RCAHMS). Dave Cowley, gerente de projeto dos levantamentos aéreos RCAHMS, explicou: "Temos tirado fotografias da paisagem escocesa há 40 anos, registrando milhares de sítios arqueológicos que nunca foram detectados a partir de terra."




Por sua vez, o arqueólogo da National Trust for Scotland, Shannon Fraser, disse: "Este monumento notável é único no Reino Unido. Nossas escavações revelaram um fascinante olhar para uma cultura de 10.000 anos atrás, e esta última descoberta enriquece nossa compreensão de sua relação com o tempo e os céus."

domingo, 28 de abril de 2013

O avião de Saqqara



Exposto no Museu do Cairo, juntamente com outras figuras de aves, este é um dos ooparts mais controversos. É conhecida como a ave de Saqqara, é uma figura de madeira de sicóromo, tamanho pequeno (15x18cm), pesando 39 gramas e com uma forma muito aerodinâmica.




Ele foi encontrado em 1891 no túmulo de Pa-di-Amun na antiga necrópole egípcia de Saqqara, o que espanta é que se assemelha a um avião em miniatura aerodinâmica. Datado de 200 aC. C. (Durante a dinastia ptolomaica). É classificado como um objeto de culto pelos seus descobridores.




Em 1968, o cientista local Khail Messina, durante a execução de tarefas de catalogação de rotina, alertou a  estranha simbiose biológica do artefato apresentado características aeronáuticas, e não aparecem por acaso: além do pico, as asas foram arranjadas com uma ligeira inclinação em direção a estreitada para baixo e para fora, e a cauda tinha sido substituída por uma espécie de leme vertical.




Este intrigante objeto despertou a curiosidade de alguns técnicos e testes de vôo foram realizados a partir de um modelo em escala. As conclusões foram surpreendentes.




O "pássaro" de Saqqara se comportou exatamente como um planador moderno. Outros ensaios no simulador 3D confirmou os resultados.




Para alcançar este objectivo, foi necessário adicionar um estabilizador para o leme. Originalmente, no entanto, existe a possibilidade de que já existia. Entalhes do que a apresentada no topo sugerem que algo cabia lá e que poderia ter se perdido nos transportes. Sem esse pequeno detalhe a afirmação não seria completa.




Em um documentário de televisão já foi abordado a espantosa ideia que especularam que exemplos semelhantes poderiam ter transportados seres humanos. O raciocínio era tão simples quanto improvável. Os egípcios usariam grande catapulta com a qual seria possível lançar os "planadores". Vencidos, em parte, a força da gravidade, os pilotos experientes e ousados do Nilo, sem um pára-quedas, seriam capazes de fazê-los evoluir para uma vista excepcional sobre as pirâmides.




Tudo isso soa muito fantástico, mas ainda não tem encontrado qualquer artefato ou evidência que pode comprovar a hipótese acima. Além disso, os hieróglifos usados para gravar suas conquistas, teriam sido preciso utilizar em mais de uma parede.



Seria fantástica a ideia de que antigos egípcios mediante a tecnologia alienígena ousariam cortar os céus em naves espaciais, o que reforçaria a teoria dos antigos astronautas que tanto deixaram provas de suas vindas em diversos lugares do mundo. Mas se usássemos a lógica, consideraríamos o "pássaro de Saqqara" nada mais nada menos do que um brinquedo, com características notáveis de engenharia aeronáutica.   

sábado, 20 de abril de 2013

O martelo de antes da pré-história



À primeira vista, é uma ferramenta de origem humana, não muito diferente do que era usado pelas primeiras civilizações antigas, mas o problema com este curioso martelo é a sua idade, datado de 140 milhões de anos desde que os primeiros hominídeos aparecem na face da Terra, segundo a ciência á cerca de 7 milhões de anos, mas até 2 milhões de anos nossos ancestrais ainda não tinham começado a fazer ferramentas.




O fóssil do martelo foi encontrado em 1934 perto da cidade de London, no estado do Texas, EUA. Apareceu incorporado dentro de uma rocha, que desde o início tem forçado estudiosos a suspeitar que ele apresenta uma extrema antiguidade.




O cabo do martelo de madeira foi fossilizado, o ferro foi fundido na pedra. O que isso significa? Que o martelo precedeu a rocha. Esta teoria causou tremores nos cientistas que decidiu considerá-lo um "objeto estranho", que data de uma época bem anterior à existência dos nossos antepassados.




Justamente nesses lugares a petrificação de madeira é algo que tem acontecido com alguma frequência. Florestas com árvores petrificadas no Texas são simplesmente o resultado de processo geológico normal, por meio de que madeira muito antiga virou-se pedra. Para isso acontecer deve ter passado não menos de 140 milhões de anos.




Como dito anteriormente, os primeiros hominídeos surgiram acerca de 7 milhões de anos atrás, e começaram a fazer ferramentas a 2 milhões de anos. Assim, o martelo petrificado é um mistério ainda maior.




O Instituto metalúrgico de Columbia tem conduzida uma análise que conclui que o martelo é formado por 96,6% de ferro, 2,6% de cloro e cerca de 1% de enxofre. Esta combinação de elementos significa que o objecto é de ferro quase puro, que apenas pode ser alcançado através de avançadas técnicas metalúrgicas. Mas ele é datado de um momento em que na face da Terra caminhavam os dinossauros.




Esse misterioso achado arqueológico tem levantado dezenas de perguntas sem respostas:  Tinha sido fabricado por uma civilização anterior a nossa? Pertenceria a viajantes de outros mundos teriam? Será que o objeto tinha viajado de volta no tempo? Os seres humanos surgiram na Terra muito antes do que de tem aceito?




Eu acho improvável que este artefato tenha pertencido a civilizações extraterrestres, devido a sua primitividade. Os antigos astronautas certamente iriam utilizar ferramentas mais sofisticadas que não necessitassem de força bruta para operá-las.


  

Como uma explicação natural foi proposta a possibilidade de que a cabeça do martelo pertencia ao ferro de um meteorito. No entanto, os itens encontrados na peça arqueológica não correspondem ao que se poderia esperar de uma rocha vinda do Sistema Solar. Além disso, não explica a formação desse artefato. O martelo de antes da pré-história continua a ser mais um mistério da humanidade.